Mais uma queda da taxa de desemprego no Brasil


A taxa de desemprego no País caiu 11% na comparação entre o primeiro trimestre de 2013 e o mesmo período em 2014. No acumulado dos últimos 12 meses também houve queda, passando de 7,1% para 6,9% no primeiro trimestre de 2014. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Continuada), divulgada há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado indica tendência de aquecimento do mercado de trabalho brasileiro, com taxas de desemprego mantidas em patamares baixos e o crescimento da formalização e da renda.

Armando e João Paulo lideram pesquisas na corrida eleitoral


Levantamento do Instituto Ibope revela que os eleitores pernambucanos têm preferência pelos candidatos apoiados pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

Segundo a pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (2), o senador Armando Monteiro (PTB), lidera a corrida pelo governo do estado, com 43% das intenções de voto. Já Paulo Câmara (PSB), apoiado pelo ex-governador, Eduardo Campos, apenas 8%.

Esses números aumentam quando são apresentados aos eleitores quem são os apoiadores dos pré-candidatos.

Mais de 800 bilhões em políticas sociais desde 2013


O governo Dilma Roussef destinou R$ 811 bilhões para Políticas Sociais em 2013, segundo o relatório do Plano Plurianual (PPA 2012-2015), encaminhado ao Congresso em 30 de maio. O valor investido representa 16,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Dos R$ 4,7 trilhões previstos para programas no PPA 2012-2015, 53% dos recursos vão para a área social, 28% para infraestrutura, 16% para o desenvolvimento produtivo e ambiental e 3% para os programas de Soberania, Território e Gestão. O PPA prevê também o uso de outro R$ 1 trilhão na manutenção de serviços públicos.

Qual será o desfecho da greve da UAST-UFRPE?

Em greve há dez dias, os docentes da UAST/UFRPE decidirão nesta segunda, 02/06, se continuarão parados ou se retomarão as atividades após a assembleia que realizarão para discutir o futuro do movimento grevista.

A pauta construída em 2012, além de extensa, é generalista e confusa, principalmente por não direcionar as cobranças para quem de fato poderá resolvê-las. Se refletirmos com a devida atenção, veremos que muitas das reivindicações poderiam vir sendo tratadas, com mobilização da comunidade acadêmica, no âmbito local. Da mesma forma, outras tantas devem ser direcionadas a reitoria, bem como, algumas são de responsabilidade dos governos federal e municipal.

Ao construir uma pauta generalista, o movimento corre o risco de não obter conquistas concretas, haja vista que cobranças endereçadas às pessoas ou órgãos errados, certamente nunca serão sanadas. Por exemplo: cobrar melhoria do transporte público à gestão da universidade é, no mínimo, ingenuidade. Por mais que exista vontade da reitoria da UFRPE, esse tipo de pauta é inerente aos poderes municipais.

Para que o movimento obtenha êxito, é fundamental que a pauta seja atualizada e feita sem generalismo. Para tanto, é necessário dividir a pauta em três blocos: 1) As demandas correspondentes a gestão local; 2) As demandas sob responsabilidade da reitoria; 3) As reivindicações que só poderão ser atendidas por outros órgãos governamentais, sejam eles municipais, estaduais ou federais.

Fazendo essa adequação, a pauta ganhará mais consistência, sendo direcionada as autoridades competentes para as devidas resoluções. Se os grevistas quiserem obter sucesso, precisam, com urgência, construir uma estratégia que atinja todos os responsáveis, do contrário, sairão pior do que entraram, sem conquistas e sem rumo.

Renda dos mais pobres é a que mais cresce no Brasil



A renda dos 10% mais pobres no Brasil avançou 106% entre 2003 e 2012. Esse percentual é o dobro do aumento da renda média (51%) e quatro vezes mais que os 27% do PIB per capita real, resultado da soma de tudo que é produzido no País por habitante, descontada a inflação.

Para o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri, esses dados da última Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) são o resultado de uma combinação equilibrada entre crescimento econômico e queda na desigualdade de renda.